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A entrevista do B1/B2 dura de dois a quatro minutos e é decidida pelas suas respostas, não pela sua pasta de documentos. Treine as 25 perguntas que os oficiais consulares realmente fazem e depois rode o teste de prontidão para ver como seus vínculos com o Brasil se sustentam sob a INA §214(b) — e o que fortalecer antes do seu agendamento.
Objetivo da viagem
“Por que você vai viajar para os Estados Unidos?”
As 25 perguntas vêm do nosso guia da entrevista consular e estão agrupadas pelos seis pontos que todo oficial investiga. Cada cartão explica por que a pergunta é feita — é isso que torna a resposta óbvia.
O teste de prontidão pondera nove fatores da forma como a §214(b) é aplicada — trabalho e família primeiro, depois uma viagem concreta, depois o histórico — e mostra os pontos por trás de cada resposta.
Tudo roda no seu navegador. Suas respostas nunca são armazenadas nem enviadas para nós; só contabilizamos um evento anônimo de "ferramenta utilizada".
A Charta Visa prepara e revisa o seu DS-160 para que cada resposta que você dá no guichê seja coerente com o formulário que o oficial está lendo — a causa de recusa mais evitável que existe.
Os oficiais perguntam sobre seis temas: o objetivo da viagem, seus vínculos com o país de origem (emprego, família, imóveis), quem paga e quanto você ganha, seu histórico de viagens, familiares nos EUA, e quando e por que você vai voltar. Formulações típicas incluem "Por que você vai viajar para os Estados Unidos?", "O que você faz da vida?", "Quem vai pagar a sua viagem?" e "Quando você vai voltar?".
Geralmente de dois a quatro minutos, em pé, no guichê consular. O oficial lê o seu DS-160 antes e durante a conversa, faz um punhado de perguntas e, na maioria dos casos, comunica a decisão na hora.
A INA §214(b) presume que todo solicitante de visto de visitante pretende imigrar até que ele demonstre vínculos fortes — trabalho, família, imóveis, laços sociais — que o obriguem a voltar ao seu país. Uma recusa 214(b) significa que o oficial não ficou convencido naquele dia. É a recusa mais comum do B1/B2 e não é permanente.
Não. A pontuação apenas espelha como o teste de vínculos é aplicado e aponta o que fortalecer; a decisão cabe exclusivamente ao oficial consular, com base nas suas respostas e no seu DS-160 naquele dia. Nenhum serviço pode garantir um visto.
Não. O oficial está com o seu DS-160 na tela, e contradições entre as respostas faladas e o formulário são a causa mais evitável de recusa. Se o formulário contiver um erro genuíno, diga isso no guichê em vez de defendê-lo.
A Charta Visa é um serviço privado de preparação de vistos, não um site do governo, e não tem afiliação com o governo dos EUA. Esta ferramenta é informativa: não prevê nem influencia a decisão consular e não constitui orientação jurídica. A taxa de solicitação MRV de $185 é paga diretamente ao governo dos EUA.
O guia completo por trás desta ferramenta — cada tema explicado, e o que uma recusa sob a §214(b) realmente significa.
Onde pagar, quanto tempo o comprovante vale e os golpes a evitar.
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